Leitura e Escrita Livros

Wrap up de Junho de 2017

No mês de Junho apenas li três livros, o que não é fantástico mas já é um progresso, uma vez que no wrap up anterior tinha lido quatro livros em dois meses. Se conseguir manter a média de 3 livros por mês, vou conseguir bater o meu objetivo para este trimestre, portanto será mesmo esse o objetivo para Julho.

 

Foram então estes os livros que li em Junho.

 

Purple Cow, de Seth Godin

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Mais um livro de Seth Godin, depois dos dois de que já tinha falado no wrap up anterior (e ainda tenho mais um do senhor para ler). Este fala-nos de ideias vencedoras, do famoso “thinking outside the box” e de Marketing inovador. Dá vários exemplos de marcas que conseguiram diferenciar-se de formas inovadoras e aponta alguns aspetos chave de ideias bem sucedidas, como fazer aquilo que mais ninguém está a fazer, ou mesmo fazer o oposto daquilo que todos os outros estão a fazer, ou ir buscar ideias a outras indústrias que possam aplicar-se à nossa de forma inovadora. Como já é habitual nos livros do Seth Godin, não dá propriamente um “passo a passo” de como fazer. Mas ajuda a abrir a mente e a demonstrar que por vezes é fazendo exatamente o oposto daquilo que está já pré-estabelecido que se conseguem bons resultados. Gostei, mas não achei propriamente revolucionário.

 

What we see when we read, de Peter Mendelsun

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Este é um livro muito interessante e que já queria ler há bastante tempo. Fala sobre a forma como processamos e interpretamos informação quando lemos. O livro está muito bem feito, com muitas imagens e ilustrações. Explica porque cada pessoa vê e imagina uma coisa diferente quando está a ler o mesmo texto. Para além da subjetividade implícita àquilo que estamos a ler, cada um de nós traz informação prévia muito diferente. Por exemplo, se estivermos a ler um livro e o narrador referir uma “casa de campo”, o mais provável é que cada um de nós vá buscar às suas recordações alguma memória de uma casa de campo que conhecemos. Logo, cada um vai visualizar uma casa de campo diferente. Mesmo que o narrador depois refira que é uma casa de campo com paredes pintadas de verde, podemos até pegar na nossa imagem da casa e colocar-lhe paredes verdes, mas a base da imagem continua a ser aquela casa que cada um de nós conhece. Gostei muito deste livro e abriu-me uma nova perspetiva sobre o que representa escrever descrição em livros de ficção.

 

Bird by Bird, de Anne Lamott

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Um dos livros obrigatórios para qualquer escritor, o subtítulo deste livro é “some instructions on writing and life”. Gostei muito do livro, e apesar de ter achado que as tais “instruções” não foram nada de novo (pelo menos para mim, que já passei horas a ler sobre o tópico), adorei o estilo de escrita da autora e o seu tom sarcástico e mesmo cómico. Talvez já devesse ter lido este livro há mais tempo e recomendo-o a qualquer pessoa que esteja a começar no mundo da escrita (principalmente de ficção).

 

Os livros que pretendo ler em Julho são os seguintes:

  • Sum de David Eagleman
  • Dark Matter de Blake Crouch
  • Licenciei-me… e agora? de Catarina Alves de Sousa
    (lista sujeita a alterações de última hora)

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