#76/100 – Focar no presente e o journaling

#100palavraspordia

 

Ultimamente, como já podem ter reparado por alguns textos no blog, tenho-me sentido muito assoberbada com as coisas que tenho para fazer e os planos que tenho para a minha vida e para o meu futuro. São tantas coisas, muitas que ainda nem posso executar, que às vezes fico com a mente toldada. Sei que tenho de dar um passo de cada vez, levar as coisas com calma, mas sinto-me tão entusiasmada com os meus projetos que por vezes é difícil focar só no presente.

 

Recentemente, apercebi-me que o problema é exatamente esse: nessas alturas em que sinto mais ansiedade estou demasiado embrenhada no futuro, e não suficientemente focada no presente. E se é verdade que devemos ter sempre em atenção o futuro que queremos para nós (caso contrário como poderemos agir para lá chegar?), por outro lado também é verdade que o foco no presente é essencial para nos conseguirmos concentrar nas tarefas atualmente em mãos, sem dispersar pelo que ainda há de vir.

 

Foi exatamente devido a esta conclusão que decidi começar a empenhar-me mais no meu processo de journaling, ou escrita livre. Já aqui falei desse assunto e na altura expliquei que o fazia todas as manhas mas apenas durante cerca de 5 minutos. Agora faço-o durante cerca de meia hora, o tempo que demoro a escrever três páginas.

 

Ora no fim de semana li este artigo, que veio mesmo a calhar após a minha reflexão sobre a necessidade de focar no presente. E foi assim que me decidi a passar a escrever três páginas todas as manhãs, aconteça o que acontecer. Comecei ontem e nestes dois dias senti que escrever três páginas, assim logo pela manhã, sem sequer estar ainda bem acordada, é mesmo um brain dump. Sai tudo cá para fora. A ideia é escrever os primeiros pensamentos e quando eles terminarem sem que tenhamos chegado ao fim das três páginas, forçar-nos a continuar a escrever, buscar mais fundo na nossa mente. Em teoria, acabamos por conseguir revelar pensamentos que nem estávamos muito bem conscientes que tínhamos e isso pode permitir-nos ter mais clareza na nossa vida.

 

Entretanto ontem, depois da minha primeira sessão de morning pages, encontrei mais este artigo sobre o mesmo assunto, e hoje surgiu ainda mais um. Parece que o journaling está na moda para os lados do Medium e eu não poderia estar mais alinhada. Aliás, se fizerem uma pesquisa por journaling no Medium vão encontrar imensos resultados, e muitos escritos por pessoas que afirmam que essa atividade mudou as suas vidas.

 

Vou experimentar este estilo de journaling durante pelo menos quatro semanas (já datei o meu caderno) e depois hei de reportar os progressos que tenho notado.

 

E vocês, têm alguma prática semelhante? Considerariam implementar algo deste género nas vossas manhãs?

 

 

(Podem ver aqui como este desafio começou)

#67/100 – Como conseguir arriscar

#100palavraspordia

 

Ou a resposta à querida Lucie.

 

O primeiro passo tem de ser acreditar: acreditar que é possível, acreditar em ti, acreditar que o único desfecho possível é a coisa correr bem. Acreditar que és capaz de qualquer coisa que decidas fazer. Acreditar na tua força, nas tuas capacidades, no teu potencial. Acreditar que és capaz de reunir em ti tudo aquilo que precisas para seres bem sucedida.

Depois, não ter medo de falhar. Porque falhar significa que aprendeste algo novo. E falhar não implica deixar de acreditar, mas simplesmente continuar a acreditar que vai resultar nas próximas tentativas. Falhar tantas vezes quantas forem precisas até conseguires. Convenceres-te que falhar não diz nada sobre a pessoa que és, apenas diz que aquele não era o momento certo. Enquanto não acreditares em ti e não estiveres OK com a possibilidade de falhares, então sim, será muito difícil arriscar.

 

 

(Podem ver aqui como este desafio começou)

#66/100 – Ficar à espera?

#100palavraspordia

 

Vais ficar à espera que os teus sonhos te caiam no colo ou vais levantar-te e correr atrás deles? Sabes que se ficares sentadinho à espera, nada vai acontecer certo? Sabes que nunca te vais sentir preparado para começares, não sabes? Isso é só uma desculpa que arranjaste. Uma mentira que contas a ti próprio para justificares o facto de não estares a fazer nada. Se não deres o primeiro passo e te colocares numa posição desconfortável, tudo aquilo que realmente vale a pena vai continuar a passar-te ao lado. Não vai acontecer só porque sim, só porque tu achas que mereces. Se não fizeres a tua parte, o mundo vai continuar a ignorar-te. Então do que estás à espera? Faz a tua parte. Dá o primeiro passo. Eu sei que parece difícil, mas acredita que não é. E acredita que coisas boas vão acontecer.

 

 

(Podem ver aqui como este desafio começou)

#65/100 – Basta querer

#100palavraspordia

 

Chega uma altura em que percebes que há pessoas que nunca vão conseguir compreender. Nunca vão aceitar que tu vás atrás dos teus sonhos sem qualquer hesitação e sem qualquer dúvida que os vais conseguir alcançar. Nunca vão perceber que há coisas mais importantes do que seguir o caminho que outros esperavam que tu seguisses. Se calhar eles também já sentiram o impulso de darem uma volta às suas vidas e de, também eles, correrem atrás – atrás dos sonhos, atrás da vida, atrás da verdadeira felicidade. Mas provavelmente tiveram medo e esperavam que tu também tivesses. Esperavam porque, na cabeça deles, apenas os super-heróis são corajosos o suficiente para irem contra tudo e contra todos. E eles sabem – pensam – que os super-heróis não existem. Por isso esperam que todos, tal como eles, se contentem com aquilo – com a vida – que já têm.

 

O que eles não sabem é que qualquer um de nós pode ser super-herói. Qualquer um de nós – se quiser – tem a coragem que é precisa para correr atrás – dos sonhos, da vida, da felicidade. Basta querer.

 

 

(Podem ver aqui como este desafio começou)

#62/100 – Da vida de escritora

#100palavraspordia

 

Este é o primeiro post que estou a escrever com o meu novo teclado sem fios que adoro! Porque quem pretende ser escritor profissional precisa de ter as ferramentas necessárias para a tarefa e mais vale começar já. Agora só preciso de treinar touch typing para conseguir escrever mais depressa, já que essa não é, de todo, a minha especialidade. Alguém conhece algum programa online jeitoso para se treinar essa capacidade? Tenho de investigar isso.

 

Já que falamos de escrita, aproveito para desabafar que desta segunda vez a escrita do novo livro não está a correr tão bem como da primeira. Nem sei se vou conseguir cumprir o objetivo de ter 50% do rascunho completo no final deste trimestre (que é já no final deste mês!). Vamos a ver. A verdade é que têm surgido tantas outras coisas, e voltei a dar mais atenção ao blog (até porque este desafio a isso me obriga) e não tenho tido tanto tempo para dedicar a esse projeto. Mas não há de ser nada, tudo se faz!

 

 

(Podem ver aqui como este desafio começou)

Viagem Sudeste Asiático – Parte II – Vietname: Halong Bay e Hanoi

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Podem encontrar aqui a primeira parte desta viagem, que começou no Cambodja.

 

Depois dos dias passados no Cambodja, apanhámos um avião de Siem Reap para Hanoi, que é a capital e a segunda maior cidade do Vietname. A cidade é completamente caótica e chegámos já de noite, após um ligeiro incidente no aeroporto à chegada, quando era suposto termos uma pessoa do hostel para nos levar para o centro da cidade, que não estava lá e que quando apareceu ainda ficou à espera de outras pessoas. Por isso nessa noite apenas conseguimos ir jantar mas deu logo para perceber o caos em que vive aquela cidade. Diferente de tudo o resto que já vi!

 

No dia seguinte tínhamos um autocarro para apanhar às 8h da manhã à porta do hostel para nos levar para Halong Bay, onde íamos apanhar e dormir num cruzeiro. Esta é uma das atividades mais comuns no norte do Vietname por isso Halong Bay fica completamente cheia de cruzeiros. São barcos pequenos (uns mais do que outros), o nosso era muito modesto e dava para 16 pessoas, e basicamente levam-nos a uma ilha e a uma gruta, para além de termos feito (apenas quem quis) canoagem pela baía, que eu adorei. Halong Bay significa “a baía onde nasceu o dragão” e é Património Mundial da UNESCO. É uma região muito bonita. Infelizmente estiveram dias muito nublados pelo que não conseguimos as melhores paisagens, mas ainda assim gostámos muito. Nunca tinha dormido num barco e foi engraçado, e ainda houve um workshop de cozinha e uma sessão de karaoke que uma certa pessoa (não fui eu!) aproveitou à grande, deixando umas meninas brasileiras que estavam no mesmo barco a rir à gargalhada.

 

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No dia seguinte apanhámos o autocarro de volta para Hanoi e dessa vez temi pela minha vida. Digamos que os vietnamitas não me parecem ser propriamente os melhores condutores do mundo, e o nosso parecia mesmo ser suicida. Se não acreditam imaginem uma estrada com apenas uma faixa em cada sentido e mesmo assim ele conseguiu ultrapassar outro autocarro que já ia a ultrapassar um terceiro autocarro. Mas bem, sobrevivemos e chegámos a Hanoi muito aliviados. Fomos jantar (come-se bem e barato, não só nesta cidade mas por todo o Vietname) e tivemos o dia seguinte todo para passear pela cidade. Fizemos aquilo que mais gostámos, que consiste em apenas passear pelas ruas e fomos ao Templo da Literatura. Mais uma vez, deu para perceber o caos em que vive aquela cidade. Medo pela minha vida sempre que tinha de atravessar a rua, tal é a quantidade de motas que passam constantemente. De notar que eles nunca param, apenas se desviam de pessoas, objetos e outros veículos, por isso resta-nos apenas esperar que eles o consigam fazer atempadamente.

 

Ao final do dia fomos apanhar o comboio para Sapa, que foi uma das minhas partes preferidas da viagem e da qual vou falar na próxima parte.

 

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#57/100 – Como publicar o seu livro na Feira do Livro de Lisboa

#100palavraspordia

 

Muito poucas coisas me fariam estar a escrever este texto tão tarde, e uma delas é a Feira do Livro.

 

Fui lá hoje depois do trabalho e escolhi este dia específico para visitar a feira porque queria assistir ao workshop “Como publicar o seu livro” da Rita Canas Mendes, autora do livro com o mesmo título. Este livro foi publicado no ano passado mas só tomei conhecimento dele agora, exatamente por causa deste workshop. Ainda bem que fui, achei a palestra dada pela Rita muito interessante e ainda tive oportunidade de lhe fazer umas perguntinhas no final, além de ter o meu exemplar autografado por ela. A autora pareceu-me uma pessoa super acessível, com os pés bem assentes na terra e gostava mesmo de ter tido mais tempo para falar com ela, mas havia outras pessoas à espera.

 

Estou ansiosa para ler o livro. A verdade é que se encontra imensa informação online sobre o funcionamento das editoras e o processo de seleção de livros nos Estados Unidos e no Reino Unido, mas sobre o caso particular do mercado português não se encontra quase nada. A Rita, tendo trabalhado durante muitos anos em várias editoras (hoje em dia é freelancer), tem conhecimento de causa para falar deste mundo e à primeira vista parece-me mesmo que o livro tem informação bastante útil.

 

Se alguém estiver interessado, ela vai dar o mesmo workshop no próximo dia 15, também na Feira do Livro de Lisboa.

 

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(Podem ver aqui como este desafio começou)

#55/100 – Ainda do Bloggers Camp…

#100palavraspordia

 

…mas ainda não o texto real.

 

De vez em quando acontece um daqueles dias. Um dia em que acordas e não te apercebes que a tua vida está prestes a mudar. Abres os olhos e nem sonhas com o que vai acontecer.

 

Depois acontece. Do nada, a tua vida é alterada para sempre. Porque conheces aquela pessoa ou tens aquele momento revelador. Na noite anterior deitaste-te sem sequer sonhares que algo de muito importante estava prestes a acontecer.

 

Muitas vezes, esses dias vêm e passam e continuamos a não perceber. A maior parte das vezes, só temos noção que aquele dia mudou as nossas vidas muito depois dele acontecer.

 

Mas às vezes, basta estar atento. Basta pensar com cuidado e conseguimos perceber logo.

 

Quando um grupo de pessoas fenomenais se reúne – e se une – para partilhar ideias fantásticas, só podem acontecer coisas muito boas. E quando 40 pessoas sem nóias e sem medos – de serem quem são, de dizerem o que lhes vai por dentro, de se deixarem tocar e de iniciarem novos projetos – dão as mãos e dão os passos seguintes juntos, então existe o potencial para 40 vidas serem alteradas para sempre.

 

O fim de semana passado só não vai mudar as nossas vidas se nós não quisermos ou não deixarmos. Temos tudo o que precisamos para sermos grandes – temos as ideias, o coração e a força de vontade – e agora temo-nos uns aos outros. Só vai ficar por aqui se nós deixarmos que a motivação esmoreça. Se não arregaçarmos as mangas e não nos fizermos ao caminho.

 

O teu futuro só depende de ti e o nosso futuro pode ser aquilo que nós quisermos. Basta querer – e agora basta executar.

 

Vamos a isto!

 

 

(Podem ver aqui como este desafio começou)

Ligar os pontos da tua vida

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(créditos da imagem: Jeremy Bishop)

 

Há duas semanas falei de uma série de coisas que apenas percebi depois dos 30 e na semana passada falei sobre um episódio de um podcast com conselhos para pessoas de 20 e poucos anos, conselhos esses que também eu gostaria de ter recebido aos 20 anos.

 

Na consequência de todas estas reflexões, há mais uma coisa na qual tenho andado a pensar.

 

Tenho a certeza que a maior parte de vocês conhece o discurso que o Steve Jobs deu na cerimónia de graduação da Universidade de Harvard em 2005. Nesse discurso ele fala em “connecting the dots” ou ligar os pontos da nossa vida. Se nunca ouviram ou leram o discurso podem fazê-lo neste vídeo ou ler o texto aqui.

 

No fundo, eu interpreto este discurso como uma reflexão sobre o facto de que apenas tudo aquilo que vivemos poderia trazer-nos até onde estamos hoje e que bastaria, por vezes, uma ligeiríssima mudança num dos passos que demos no passado para que acabássemos por ir parar a um lugar completamente diferente. Claro que só somos capazes de fazer estas ligações depois dos acontecimentos, mas a verdade é que elas estão lá.

 

Quando olho para a minha vida e tento ligar os pontos, considero que há um facto muito importante e que mudou tudo: o dia 1 de Novembro de 2015 calhou a um domingo. Este facto é universal: o dia 1 de Novembro de 2015 foi domingo para toda a gente, mas penso que esse dia pode ter mudado a minha vida.

 

Há outras coisas que influenciaram isto:

– eu vivo em Lisboa mas sou do Porto
– viajo várias vezes entre estas duas cidades, às vezes de carro e às vezes de comboio, mas em 2015 fazia sempre a viagem de comboio
– o NaNoWriMo começa todos os anos a 1 de Novembro
– uns meses antes tinha lido um artigo no Público online sobre o Booktube

 

Tenho a sensação que se não fosse a conjugação de todos estes factos eu não teria neste momento um primeiro rascunho de um livro já concluído, outro a ser escrito, e tantos outros dentro da minha cabeça.

 

Para quem não sabe, o NaNoWriMo é um evento anual gerado nos Estados Unidos e chamado National Novel Writing Month. Consiste num desafio para escrever um livro de 50 mil palavras num mês, mais precisamente, durante o mês de Novembro. Eu só tomei conhecimento da existência deste desafio por ter começado a seguir vários booktubers, como consequência do artigo que li no Público uns meses antes. Como já falei aqui, booktubers são pessoas que publicam vídeos no Youtube onde falam sobre livros. São leitores ávidos e muitos deles também gostam de escrever. No mês anterior ao NaNoWriMo, alguns dos booktubers que seguia começaram a falar desse evento e de como se estavam a preparar para escreverem o seu livro. Como em tantas outras alturas da minha vida eu pensei que também adorava escrever um livro, e como em tantas outras alturas da minha vida automaticamente pensei que nunca seria capaz. E passei todo o mês de Outubro a pensar assim.

 

Até que chegou o dia 1 de Novembro, era domingo e por isso mesmo eu encontrei-me durante três horas num comboio entre o Porto e Lisboa, com muito pouco para fazer. E a certa altura pensei “porque não? posso, ao menos, tentar.” Era o primeiro dia do NaNoWriMo e pensei que se era para começar, então tinha de começar naquele dia. Sabia perfeitamente que se deixasse para o dia seguinte já não o faria. Já teria deixado passar um dia, sei que me iria distrair com o trabalho e quando voltasse a pensar no assunto já estaríamos no fim de semana seguinte e já teria passado demasiado tempo para fazer sentido começar. Por isso não pensei muito, simplesmente liguei o computador, abri um documento Word novo e escrevi as minhas primeiras palavras de ficção de sempre. Nesse dia penso que foram apenas 37, mas foi o início.

 

Houve uma série de acontecimentos que me levaram àquele lugar naquele dia e naquelas circunstâncias. Se tivesse escolhido outro curso aos 18 anos (12 anos antes) não sei se alguma vez teria acabado a trabalhar em Lisboa. Se não tivesse feito o doutoramento duvido que alguma vez tivesse ido parar à empresa onde trabalho hoje e onde já trabalhava na altura. Parece que tudo na minha vida se conjugou para me levar até àquele momento e até onde me encontro hoje. Não quer dizer que de outra forma não tivesse acabado por chegar ao mesmo lugar, não sei nem nunca vou saber, mas tenho a sensação que talvez tivesse levado muito mais tempo.

 

Por isso não me arrependo de absolutamente nada. Não há nada que fizesse de maneira diferente. Mesmo quando falo em coisas que apenas aprendi mais tarde ou conselhos que gostava de ter recebido mais cedo, isso não me deixa com nenhum sentimento de arrependimento nem de amargura em relação a todas as escolhas que fiz ao longo da vida.

 

Este pensamento nem sequer é de agora. Já há uns anos (quase logo a seguir a ter terminado o curso) que penso que sabendo o que sei hoje, provavelmente não teria escolhido o mesmo curso. Mas a verdade é que foi na faculdade que conheci o amor da minha vida, por isso nunca mudaria isso. Sempre pensei assim e estou plenamente convencida que não vale a pena ter arrependimentos.

 

Por isso, quando falo em coisas que apenas percebi depois dos 30 e conselhos que daria a mim própria com 20 anos, não quer dizer que esteja arrependida do percurso que percorri. Não estou. São apenas reflexões. Adoro a minha vida e aprendi sempre imenso com tudo o que fiz. Além disso e mais importante ainda, sinto um enorme entusiasmo pelo meu futuro e por aquilo que ainda está para vir. A vida não acaba aos 30 e vamos sempre a tempo.

 

E afinal de contas, os 30 são os novos 20, certo?

#53/100 – Queres mesmo?

#100palavraspordia

 

Se queres ser melhor do que a média, tens de quebrar a norma.

Se queres alcançar os teus objetivos, tens de correr riscos.

Se queres ser diferente, tens de agir de maneira diferente.

Se queres encontrar o sucesso, tens de sair – de casa, da zona de conforto, do meio da multidão – e ir atrás dele. Ele não te vai simplesmente cair no colo.

Se queres concretizar os teus sonhos, tens de acreditar que és capaz. Mesmo que sintas que ainda te faltam imensas coisas – conhecimentos, experiência, estratégia, apoio – tens de confiar em ti e nas tuas capacidades para reunir todas essas ferramentas.

Se queres ser feliz, tens de, primeiro e antes de tudo o resto, perceber o que te faz feliz. E depois, ter como principal objetivo, consegui-lo.

 

 

(Podem ver aqui como este desafio começou)