#62/100 – Da vida de escritora

#100palavraspordia

 

Este é o primeiro post que estou a escrever com o meu novo teclado sem fios que adoro! Porque quem pretende ser escritor profissional precisa de ter as ferramentas necessárias para a tarefa e mais vale começar já. Agora só preciso de treinar touch typing para conseguir escrever mais depressa, já que essa não é, de todo, a minha especialidade. Alguém conhece algum programa online jeitoso para se treinar essa capacidade? Tenho de investigar isso.

 

Já que falamos de escrita, aproveito para desabafar que desta segunda vez a escrita do novo livro não está a correr tão bem como da primeira. Nem sei se vou conseguir cumprir o objetivo de ter 50% do rascunho completo no final deste trimestre (que é já no final deste mês!). Vamos a ver. A verdade é que têm surgido tantas outras coisas, e voltei a dar mais atenção ao blog (até porque este desafio a isso me obriga) e não tenho tido tanto tempo para dedicar a esse projeto. Mas não há de ser nada, tudo se faz!

 

 

(Podem ver aqui como este desafio começou)

#57/100 – Como publicar o seu livro na Feira do Livro de Lisboa

#100palavraspordia

 

Muito poucas coisas me fariam estar a escrever este texto tão tarde, e uma delas é a Feira do Livro.

 

Fui lá hoje depois do trabalho e escolhi este dia específico para visitar a feira porque queria assistir ao workshop “Como publicar o seu livro” da Rita Canas Mendes, autora do livro com o mesmo título. Este livro foi publicado no ano passado mas só tomei conhecimento dele agora, exatamente por causa deste workshop. Ainda bem que fui, achei a palestra dada pela Rita muito interessante e ainda tive oportunidade de lhe fazer umas perguntinhas no final, além de ter o meu exemplar autografado por ela. A autora pareceu-me uma pessoa super acessível, com os pés bem assentes na terra e gostava mesmo de ter tido mais tempo para falar com ela, mas havia outras pessoas à espera.

 

Estou ansiosa para ler o livro. A verdade é que se encontra imensa informação online sobre o funcionamento das editoras e o processo de seleção de livros nos Estados Unidos e no Reino Unido, mas sobre o caso particular do mercado português não se encontra quase nada. A Rita, tendo trabalhado durante muitos anos em várias editoras (hoje em dia é freelancer), tem conhecimento de causa para falar deste mundo e à primeira vista parece-me mesmo que o livro tem informação bastante útil.

 

Se alguém estiver interessado, ela vai dar o mesmo workshop no próximo dia 15, também na Feira do Livro de Lisboa.

 

feira-do-livro

 

 

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#41/100 – Medium: as 100 palavras de hoje estão noutro sítio… e em Inglês

#100palavraspordia

 

Hoje escrevi o meu primeiro artigo diretamente no Medium. Já falei desta plataforma no primeiro texto deste desafio e até já tinha lá publicado um texto aqui do blog e o mesmo texto em Inglês. Mas desta vez, foi mesmo um texto escrito propositadamente para publicar no Medium, primeiro porque acaba por falar do próprio Medium, e depois porque só me fazia sentido escrevê-lo em Inglês. Às vezes acontece-me, há certas coisas que me saem melhor e/ou automaticamente em Inglês, por isso avanço sem pensar muito no assunto. Por isso podem ir lá espreitar se tiverem interesse e gostarem/quiserem ler em Inglês. Caso contrário, este pequeno parágrafo também já tem mais do que 100 palavras, por isso também conta.

 

Espero que gostem e se for esse o caso, façam lá o favor de clicar no coraçãozinho que eu fico muito agradecida.

 

 

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#38/100 – Dentro de mim existe medo mas também existe força

#100palavraspordia

 

Um dia quero entrar numa fnac ou numa Bertrand e ver os meus livros na estante. Quero que eles sejam coisas físicas, que se podem pegar a tocar, abrir e folhear. Quero ir a uma esplanada e ver, na mesa do lado, alguém a ler o meu livro. Quero falar com pessoas que leram os meus livros e que têm algo para me dizer sobre eles. É para isso que ando a trabalhar e é esse um dos meus principais objetivos de vida.

 

Vou ser muito sincera: dizer isso aqui dá-me um medo gigante. Porque agora está aqui, para o mundo inteiro ver. É algo que já estava mais do que implícito no conteúdo deste blog, mas penso que nunca o tinha dito assim, com todas as letras e sem rodeios. E o meu primeiro pensamento é automático … “E se nunca conseguir?”

 

“E se não for boa o suficiente?”

“E se não for capaz?”

“E se ninguém gostar do que eu escrevo?”

“E se falhar?”

 

Volta e meia vou tendo estes pensamentos, nomeadamente agora, que estou prestes e publicá-los, mas passo por cima deles e continuo. Continuo a trabalhar. Continuo porque não tentar e ficar sem saber se conseguiria ou não, é muito pior do que tentar e falhar. Não há problema nenhum em falhar. Muito pior é ficar paralisada pelo medo e nem sequer arriscar. E é por isso que sempre que me surge um destes pensamentos tento reconhece-lo como algo real, algo que existe cá dentro e provavelmente vai sempre viver dentro de mim, e quase que o trato como um velho amigo que conheço muito bem, desde sempre, e penso “Olha, lá está outra vez aquele medo de falhar. Deixa-o estar, não faz mal, eu já o conheço bem e sei que sou mais forte do que ele.” E continuo. Sempre em frente, sem perder muito tempo a cumprimentar este velho amigo, porque há coisas mais importantes que tenho de fazer.

 

Porque falhar não faz mal e, naquilo que é realmente importante, a vontade de conseguir é sempre mais forte do que o medo de falhar.

 

 

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#36/100 – 5 coisas que mudaram desde que comecei a escrever

#100palavraspordia

 

1 – Costumava devorar séries. Sempre gostei mais de séries do que de filmes. Desde que comecei a escrever ficção e este blog, não tenho tempo para isso (também via muito mais Youtube do que vejo agora). Vejo dois ou três episódios por semana, com sorte, normalmente durante algumas das minhas refeições. Houve uma altura em que ver a minha lista de episódios não vistos a aumentar desta forma me teria causado níveis anormais de stress, mas agora sei que é tudo (e apenas) uma questão de prioridades.

 

2 – Também lia mais do que leio agora. É algo que me deixa frustrada porque sei que para escrever bem tenho de continuar a ler muito, mas a verdade é que a leitura tem sofrido bastante por causa da escrita. Há um problema adicional, que é o facto de continuar a comprar livros como se continuasse a ler o mesmo (ou mais), o que faz com que a minha sala mais pareça uma biblioteca. Mas pelo menos assim tenho sempre muito por onde escolher (ver sempre o lado positivo).

 

3 – Estou muito mais aberta a outros processos criativos. Desde que percebi que a criatividade se treina, fico empolgada com outro tipo de coisas, como design gráfico, decoração, fotografia ou trabalhos manuais (ou DIY). Para além disso, fiquei mais aberta a outras oportunidades de aprendizagem fora do mundo das ciências, tendo mesmo decidido fazer uma pós-graduação numa área completamente diferente.

 

4 – Estou muito mais atenta àquilo que me rodeia. Quem escreve precisa de inspiração e o mundo real é a melhor fonte de inspirações. Pormenores, pessoas, situações, conversas, tudo pode inspirar um texto, uma cena, um ambiente, um personagem. Olhar para o mundo com olhos de ver é, sem dúvida, viver de forma mais plena.

 

5 – Sinto que sou uma pessoa mais alegre e mais relaxada. Não é que antes não fosse, porque até era, mas acho que agora sou ainda mais. Não sei se é exatamente por poder dar asas à minha criatividade ou se é por esta ser uma atividade que afinal me diz mais, mas a verdade é que me sinto melhor agora. E essa é a melhor parte.

 

 

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#33/100 – 6 coisas aleatórias do fim de semana

#100palavraspordia

 

1 – Nos quatro anos em que vivo em Lisboa, o Benfica foi sempre campeão. Se calhar está na hora de mudar para o Porto outra vez.

 

2 – Hoje sai a primeira Newsletter Deixa Ser e diverti-me imenso durante as 3 horas em que estive a prepará-la. Demorou mais por ser a primeira, agora que o layout está definido acredito que as próximas vão demorar menos tempo a preparar. Mas mesmo assim, espero que aqueles que a vão receber gostem mesmo do conteúdo.

 

3 – Estar no meu canto a escrever e a trabalhar nas minhas coisas e poder levantar-me e ir à sala dar um abraço apertado, em oposição aos 7 meses anteriores, é a melhor parte do fim de semana.

 

4 – Eu, que nunca liguei muito a livros de não-ficção, agora que decidi mergulhar neste mundo do desenvolvimento pessoal e psicologia positiva, estou numa fase de compra compulsiva de livros (essa parte já é normal) de não-ficção. Este fim de semana foi feita mais uma encomenda de alguns que estou mesmo ansiosa para ler. Vou partilhando por aqui os que achar que valem mesmo a pena.

 

5 – É incrível como basta fazer os ajustes certos na nossa vida e na nossa alimentação para deixar de ter desejos por doces. Só tenho comido um bocadinho de chocolate negro à noite e, pela primeira vez na minha vida, não sinto falta nenhuma de comer mais doces.

 

6 – Comecei, este fim de semana, a escrever o meu segundo livro e quase diria que estou apaixonada por esta história. Gosto mesmo disto!

 

 

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#26/100 – Escrever ficção

 

É uma paixão. Tenho pena de não a ter descoberto mais cedo, mas estamos sempre a tempo.

 

Terminei de escrever o primeiro rascunho do meu primeiro livro no dia 31 de Março. Antes de começar o processo de revisão, decidi que queria primeiro escrever outra história. Já tinha duas ideias a marinar, por isso ia trabalhar na estrutura das duas para depois escolher a que escreveria primeiro. Mas decidi primeiro deixar passar algum tempo sem ocupar a minha cabeça com ficção. Queria ter a mente fresca quando recomeçasse. Aquilo que era suposto terem sido duas ou três semanas, rapidamente se transformou em cinco, e só este fim de semana é que voltei a dar atenção à escrita de ficção. Estava a sentir falta e adorei passar horas à volta da minha próxima história. Estou tão entusiasmada que não me apetece fazer mais nada. Era capaz de passar horas e horas a trabalhar nisto. Penso que até ao final desta semana terei a estrutura inicial finalizada. Já tinha algum trabalho feito nesse sentido (dica: a melhor coisa a fazer quando temos uma ideia nova e estamos a meio de outro manuscrito é tirar o máximo de apontamentos possível sobre a ideia nova, mas sem deixar o trabalho que está a meio de parte; estou tão contente por ter feito isso!) e agora nem me apetece trabalhar na outra história, aquela em que também ia trabalhar antes de começar a escrever. Vou passar diretamente para a escrita desta história e a outra terá de ficar para mais tarde.

 

E a verdade é que, apesar de também ter muito muito muito medo, mal posso esperar para partilhar estas histórias com o resto do mundo.

 

 

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#14/100 – Infinitas possibilidades

 

Às vezes pergunto-me porque é que faço isto. Porque decidi escrever, quer seja ficção ou neste blog, e porque continuo a fazê-lo. E só consigo pensar numa resposta: porque não consigo não o fazer. Já não consigo.

 

E é curioso a maneira como as coisas (as pessoas) mudam. Quando aqui há uns tempos só conseguia pensar “O quê!? Eu, escritora? Não, devo andar enganada.” e hoje só consigo pensar “Eu, escritora? Claro que sim, como não!?”

 

E é bom tomar consciência destas mudanças porque se é possível mudarmos assim, tão significativamente, então que outras coisas seremos capazes de mudar?

 

E aí abrem-se infinitas possibilidades.

 

(e hoje fico mesmo por aqui já que tive aquele que foi provavelmente o dia mais cansativo dos últimos meses)

 

 

(Podem ver aqui como este desafio começou)

 


 

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#10/100 – Loading: 10%…

 

Já lá vão dez dias deste desafio: 10% já está. E vou ser sincera: nem sempre é fácil. Mas a ideia é mesmo essa: escrever mesmo quando é difícil, criar esse hábito de não ficar com a página em branco. Existem hoje vários autores com dezenas de livros publicados. Acham que eles param de escrever porque fica difícil ou porque têm “writer’s block”? Imagino que não, para serem escritores tão prolíficos.

 

Mas mesmo não sendo sempre fácil, estou decidida a levar isto até ao fim. A verdade é que durante a escrita do primeiro rascunho do meu primeiro livro, escrevi todos os dias durante 80 dias seguidos (e segundo a minha folha de cálculo, mesmo no dia em que escrevi menos, escrevi 112 palavras), por isso até ao #80 deveria conseguir fazer isto bem. Bem ou mal, o que sei é que vou conseguir chegar aos 100.

 

E comprometo-me aqui e desde já a não escrever mais textos deste desafio que sejam sobre o próprio desafio, uma vez que até me parece um pouco de “batota”, à exceção do último onde talvez faça uma espécie de balanço.

 

E volto a lançar o repto: juntem-se a mim neste desafio! Apenas têm de escrever 100 palavras (ou mais) durante 100 dias seguidos e publicá-las. Podem começar quando quiserem e se decidirem fazê-lo, usem a hashtag #100palavraspordia quando partilharem nas redes sociais, para que mais facilmente possamos acompanhar qualquer um que participe neste desafio.

 

 

(Podem ver aqui como este desafio começou)

 


 

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Recursos de escrita

(créditos da imagem: Oliver Thomas Klein)

 

Há já muito tempo que ando para escrever este post e acabou por só acontecer agora, mas espero que quem gosta de escrever ficção tire bom proveito dele.

 

Trata-se da minha lista de recursos favoritos para escritores – particularmente de ficção, apesar de alguns dos sites também terem alguns recursos para escritores de não-ficção. São sites que visito religiosamente, e alguns dos respetivos podcasts que sigo com atenção.

 

Antes de lerem mais, para quem não gostar de ler em Inglês, deixem-me avisar já que 91% dos sites de que vou falar são em Inglês. Infelizmente, a realidade com que me tenho deparado é que praticamente não existem recursos online para escritores em Português, ou então sou eu que tenho sérias dificuldades em encontrá-los. É uma pena e nem consigo perceber bem porque é que isto acontece. Não sei se está relacionado com a tendência para o secretismo que existe neste país, do género “eu sei como é que isto se faz e como se pode ter sucesso e vender livros, mas não vou contar a ninguém porque se houver mais pessoas a terem sucesso eu vou acabar por perder leitores/vendas/dinheiro”. Custa-me um pouco a acreditar que alguém pense assim, mas penso que é a única justificação plausível para a falta de partilha que vejo por cá. Mas enfim, passemos em frente.

 

Começo então com o único recurso útil que conheço em Português e do qual gosto muito, para que aqueles que se limitam à nossa língua mãe possam ir explorá-lo e não percam tempo com os outros de que vou falar a seguir:

 

 

Sara Farinha – Recursos do Escritor

Não conheço o blog da Sara há muito tempo nem li ainda muitos artigos dela mas os que li gostei. Acho que tem artigos bem interessantes, principalmente para quem ainda está mesmo a começar e precisa de umas noções básicas de escrita de ficção. Se nunca leram nenhuns artigos sobre escrita e estão mesmo a começar, e se para além disso não gostam ou não querem ler em Inglês, acho que não perdiam nada em começar por ler todos os artigos da Sara para ficarem com boas noções de algumas técnicas úteis no planeamento de histórias, na escrita de primeiros rascunhos e na edição dos vossos manuscritos.

 

 

Muito bem, pessoal que gosta de ler em Inglês, ainda estão por aí? Então deixem-se ficar mais um bocadinho que já a seguir tenho 10 recursos online excelentes para quem quiser aprender umas coisas sobre escrita de ficção.

 

 

Story Grid website, livro e podcast

Já falei deste recurso aqui. É um excelente podcast e o site também está cheio de artigos muito úteis. O podcast consiste nas conversas entre o Tim, que está a escrever o seu primeiro livro de ficção, e o Shawn, autor do livro Story Grid, que é um editor experiente e que ajuda o Tim na sua jornada de escrita. Adoro ouvir as conversas dos dois e aprendi imenso sobre géneros, principalmente com os episódios iniciais do podcast.

 

Writing Excuses podcast

Também falei deste no mesmo post. Neste caso, não há grande informação no website, está tudo no podcast mesmo. Este podcast é apresentado por 4 escritores muito experientes: Brandon Sanderson, Mary Robinette Kowal, Howard Tayler e Dan Wells. Vão já na temporada 12 do poscast e pelo menos a partir da temporada 10, cada uma das temporadas é quase como uma masterclass de escrita. Eles dão um “trabalho de casa” todas as semanas, que podem usar para praticarem a vossa escrita e treinarem a criatividade. A interação entre todos eles é muito engraçada, fartam-se de brincar uns com os outros e a partir de certa altura, até eu já sinto que os conheço (gostava de conhecer, não minto).

 

Helping writer become authors website e podcast

Este website também está cheio de artigos interessantes e já reparei que quase sempre que faço uma pesquisa sobre um tópico de escrita há um artigo deste site que aparece, cheio de informação interessante. A autora é a K.M. Weiland, e para além dos artigos ela tem também vários livros sobre escrita (os ebooks são bem baratos) e também tem os seus livros de ficção à venda no site. Para além de tudo isto, tem o podcast, episódios curtos em que ela nos fala de vários aspetos da escrita de ficção.

 

The Write Life

Este site tem artigos diários de escrita, por vários escritores diferentes, alguns são muito interessantes, outros nem tanto, mas vale a pena dar uma vista de olhos.

 

Writer’s Digest

Mais um site que aparece quase sempre em pesquisas relacionadas com escrita, ou não fosse o Writer’s Digest uma referência para qualquer escritor. Tem artigos muito interessantes e alguns desafios de escrita, para além de outros recursos, se bem que a maior parte consiste em serviços que apenas serão de interesse para quem escreve em Inglês.

 

The Write Practice

Este é mesmo um dos meus recursos preferidos. Não só os artigos são quase sempre interessantes, como cada um deles tem um exercício para treino (“practice”) no final. Excelente para acender a criatividade.

 

The Creative Penn website e podcast/youtube

A Joanna Penn é muito conhecida no mundo da escrita em inglês e tem um enorme sucesso com os seus livros de ficção e de não-ficção para escritores. Tem muitos recursos no site (para além de todos os seus livros) e faz uma entrevista semanal, habitualmente a autores, que podem ouvir no seu canal do Youtube ou no podcast.

 

Jerry Jenkins

Artigos longos e interessantes. Este foi um site que consultei muito no início, para ler os principais artigos, e depois nem tanto. Mas vale a pena para ficar a conhecer os básicos.

 

Well-storied

Este site é também muito interessante, mas uma das partes melhores para mim é mesmo o grupo do Facebook a que podem aceder se subscreverem a Newsletter. Um dos melhores grupos de escritores em que estou.

 

DIY MFA website, livro e podcast

Mais um que é um site, um livro e um podcast. Gosto muito da Gabriela (tive a oportunidade de a conhecer pessoalmente da última vez que estive em Nova Iorque e estivemos umas duas horas à conversa, ela é mesmo simpática!). O podcast tem entrevistas muito interessantes, mas os meus episódios preferidos são mesmo os que ela faz a solo. Já tenho o livro dela, que é muito diferente dos outros livros de escrita que tenho porque parece mesmo um livro escolar. Ainda não o li mas estou ansiosa por fazê-lo.

 

 

 

São estes os meus recursos preferidos sobre escrita. Espero que tirem proveito se quiserem mergulhar neste mundo e se tiverem outros recursos que conhecem e gostam, partilhem comigo nos comentários porque estou sempre à procura de coisas novas.

 


 

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