O poder de tomar uma decisão

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(créditos da imagem: Haley Phelps)

 

Quando tomas uma decisão, mas quando decides mesmo a sério, é como se a tua vida mudasse naquele momento. Quando decides que queres algo, que queres fazer algo, que queres ser algo, mas quando decides mesmo a sério, transformas-te automaticamente naquilo que queres ser. Mesmo que ainda não o saibas. Mesmo que penses que vais demorar anos a chegar lá. Mesmo que julgues que estás ainda tão longe do teu objetivo. Quando decides, mas quando decides mesmo a sério, então já conseguiste. Porque quando decides mesmo a sério, há algo que acontece dentro da tua cabeça, dentro do teu ser. Há algo que te muda naquele preciso momento, o momento em que tomaste uma decisão mesmo a sério. E depois desse momento, não há absolutamente nada que te vá impedir de alcançar aquilo que decidiste. Mas só se decidires mesmo a sério. Porque se não for mesmo a sério, se for só mais ou menos, então é provável que não aconteça. É possível que não chegues lá. E vais acabar por perder-te no meio da tua vida, que vai continuar a acontecer e a puxar-te noutras direções. E só quando decides mesmo a sério é que a vida começa a empurrar-te para a direção certa. Quando tomas uma decisão, mas quando decides mesmo a sério, então já deste o primeiro passo – e o passo mais importante – para que aquilo que apenas existe nos teus sonhos se torne a tua nova realidade.

Sonhos

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(crédito da imagem: remi skatulski)

 

Eu tenho um sonho. E não é apenas por ser uma frase famosa, é mesmo verdade.

 

Tenho um sonho gigante, um sonho em que consigo visualizar praticamente todos os detalhes. Consigo fechar os olhos e saber exatamente como será a minha vida quando este sonho se tornar realidade.

 

É um sonho novo. É um sonho que vai completamente contra aquilo que eu pensava de mim própria e ao mesmo tempo, percebo agora, tem tudo a ver com a pessoa que sou.

 

Às vezes contamos mentiras a nós próprios. E por tanto contarmos essas mentiras, acabamos por acreditar nelas. E quando isso acontece, é uma sorte conseguirmos aperceber-nos que afinal eram apenas mentiras. Nada mais do que mentiras. E então parece que se abre uma janela. Não se fecha nenhuma porta mas mesmo assim abre-se uma janela. Abre-se uma janela tão grande que nos permite ver outro caminho. A para além de nos revelar esse outro caminho, a janela aberta também deixa a casa mais arejada. Entra mais sol. Parece que ficamos mais leves, mais de bem com a vida. Parece que agora sim, tudo faz sentido, tudo está no seu devido lugar. Nem conseguimos perceber como não tínhamos reparado naquela janela mais cedo (ou se calhar até tínhamos olhado brevemente para ela, mas tínhamos insistido em mantê-la fechada e com as cortinas corridas).

 

Tenho para mim que por vezes custa abrirmos a janela e descobrirmos esse outro caminho porque já gostamos muito do caminho em que estamos. E para além de gostarmos, sentimo-nos confortáveis nele. Ele é conhecido, não é novidade, é como um velho amigo com quem estamos sempre à vontade. Esse caminho já é tão agradável e bonito, então como é que pode haver outro? Outro que ainda por cima é igualmente agradável, ou talvez ainda melhor. E faz-se um grande nó na nossa cabeça enquanto tentamos perceber o que se está a passar. Enquanto tentamos perceber como é que podemos escolher entre os dois caminhos se eles são os dois tão bons e tão feitos à nossa medida. Qual deles escolher? O que for melhor? Mas se ainda não percorremos nenhum deles até ao fim, como é que podemos saber qual é realmente melhor? E se forem realmente bons na mesma medida? Como é que escolhemos então?

 

E é aí que temos de olhar bem para onde se encontra esta janela. Porque afinal a janela está ao lado da porta, não está no canto oposto da casa. E afinal os dois caminhos são paralelos. Não vão em direções opostas e nem sequer se afastam um do outro, como pensámos inicialmente. São simplesmente paralelos e se quisermos, mas se quisermos mesmo muito, podemos percorrer os dois. Vai cansar mais? Vai. Vai dar mais trabalho? Vai. Vamos fazer o dobro dos quilómetros? Vamos. Mas é possível. E se é possível, está nas nossas mãos fazê-lo.

 

Eu tenho um sonho. É um sonho que segue por outro caminho, mas é um sonho tão bom que vale a pena correr o dobro da distância.

 

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Impossível

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Não desistas, não te entregues. Não te deixes ir ao fundo, não sejas fraco. O mundo é grande, chega para todos, tu consegues fazer tudo aquilo que quiseres. Se tentares com todas as tuas forças, é impossível não conseguires. Impossível. Não é sequer concebível que numa realidade tão gigante como é hoje a nossa, alguém não consiga o que quer que seja. Se tentar. Se for em frente. Se der tudo de si. Se não duvidar de si próprio. Se se levantar de todas as vezes que cair. Porque vais cair. Não duvides sequer por um momento que vais cair. Às vezes vais tropeçar e outras alguém te vai empurrar. Mas vais cair. E a chave está no levantar. No sacudir a areia e erguer a cabeça e continuar em frente. Porque se realmente o queres, então a queda só vai servir para te relembrar de quanto o queres. Vai dar-te mais força, vai fazer-te querer correr mais rápido sem sequer olhar para trás. Se realmente queres aquilo que queres, então o teu único foco vai ser na linha da meta, no fim do trilho, no destino, na chegada. Nada te vai distrair dessa visão. Nada te vai fazer parar. E se por momentos pensares que nunca vais la chegar, olha à tua volta. Vê as possibilidades. Pára, senta-te e volta a encontrar o foco. E lembra-te: é impossível. O mundo é demasiado grande, é impossível não conseguires. É impossível falhares. Se deres tudo de ti.