#66/100 – Ficar à espera?

#100palavraspordia

 

Vais ficar à espera que os teus sonhos te caiam no colo ou vais levantar-te e correr atrás deles? Sabes que se ficares sentadinho à espera, nada vai acontecer certo? Sabes que nunca te vais sentir preparado para começares, não sabes? Isso é só uma desculpa que arranjaste. Uma mentira que contas a ti próprio para justificares o facto de não estares a fazer nada. Se não deres o primeiro passo e te colocares numa posição desconfortável, tudo aquilo que realmente vale a pena vai continuar a passar-te ao lado. Não vai acontecer só porque sim, só porque tu achas que mereces. Se não fizeres a tua parte, o mundo vai continuar a ignorar-te. Então do que estás à espera? Faz a tua parte. Dá o primeiro passo. Eu sei que parece difícil, mas acredita que não é. E acredita que coisas boas vão acontecer.

 

 

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#65/100 – Basta querer

#100palavraspordia

 

Chega uma altura em que percebes que há pessoas que nunca vão conseguir compreender. Nunca vão aceitar que tu vás atrás dos teus sonhos sem qualquer hesitação e sem qualquer dúvida que os vais conseguir alcançar. Nunca vão perceber que há coisas mais importantes do que seguir o caminho que outros esperavam que tu seguisses. Se calhar eles também já sentiram o impulso de darem uma volta às suas vidas e de, também eles, correrem atrás – atrás dos sonhos, atrás da vida, atrás da verdadeira felicidade. Mas provavelmente tiveram medo e esperavam que tu também tivesses. Esperavam porque, na cabeça deles, apenas os super-heróis são corajosos o suficiente para irem contra tudo e contra todos. E eles sabem – pensam – que os super-heróis não existem. Por isso esperam que todos, tal como eles, se contentem com aquilo – com a vida – que já têm.

 

O que eles não sabem é que qualquer um de nós pode ser super-herói. Qualquer um de nós – se quiser – tem a coragem que é precisa para correr atrás – dos sonhos, da vida, da felicidade. Basta querer.

 

 

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#64/100 – Dos dias maus

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Aqueles dias em que tudo corre mal. Aqueles em que não sabes o que fazer nem para onde te virar. Aqueles dias em que nada parece fazer sentido e em que há apenas uma coisa que te apetece fazer: chorar. Aqueles dias em que tudo custa, tudo é difícil e, pior, tudo parece estar contra ti.

 

Esses dias acontecem, a todos. Não vale a pena viver na ilusão de que todos os dias vão ser simples e bonitos. Alguns custam. Mas eles vêm e passam. Não vêm para ficar. É apenas um dia e, quando dás conta, esse dia já passou, já lá vai, já não faz mossa. Já estás bem outra vez porque outro dia se seguiu e o segredo é fazer com que a maior parte dos dias seja dos bons. Porque só depende de ti. Cabe-te a ti fazer com que o dia seguinte seja dos bons. Cabe-te a ti elaborar um plano e deixar os dias maus para trás. Podes ter um, de vez em quando, sim, mas que seja apenas um. Porque dois dias maus já farão com que o terceiro seja muito mais difícil de tornar bom.

 

Por isso chora e tem pena de ti próprio e acredita que a vida é injusta e que tudo te acontece a ti. Mas só por um dia. No dia seguinte já nada disto é verdade. No dia seguinte és feliz outra vez.

 

 

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#63/100 – Sair

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Sair. Fugir da realidade. Separar-me daquilo que me causa ansiedade. Voar para outro lugar e respirar um ar diferente – mais puro, mais leve. Ver sítios novos, conhecer pessoas novas, e simplesmente existir. Simplesmente ser. Ser eu, ser livre. Ser feliz. Não pensar em nada a não ser nos próximos minutos, talvez nas próximas horas. Os próximos dias – meses, anos – hão de resolver-se quando a eles chegarmos. Retirar de cima dos ombros – e de dentro da cabeça – tudo aquilo que tem andado a fazer peso nos últimos tempos. Ficar mais leve. Ficar mais solta. Repousar e relaxar. Simplesmente ser feliz, aqui e agora.

 

 

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#62/100 – Da vida de escritora

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Este é o primeiro post que estou a escrever com o meu novo teclado sem fios que adoro! Porque quem pretende ser escritor profissional precisa de ter as ferramentas necessárias para a tarefa e mais vale começar já. Agora só preciso de treinar touch typing para conseguir escrever mais depressa, já que essa não é, de todo, a minha especialidade. Alguém conhece algum programa online jeitoso para se treinar essa capacidade? Tenho de investigar isso.

 

Já que falamos de escrita, aproveito para desabafar que desta segunda vez a escrita do novo livro não está a correr tão bem como da primeira. Nem sei se vou conseguir cumprir o objetivo de ter 50% do rascunho completo no final deste trimestre (que é já no final deste mês!). Vamos a ver. A verdade é que têm surgido tantas outras coisas, e voltei a dar mais atenção ao blog (até porque este desafio a isso me obriga) e não tenho tido tanto tempo para dedicar a esse projeto. Mas não há de ser nada, tudo se faz!

 

 

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#61/100 – Viajar sem planos

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Ultimamente quase não preparo as viagens que faço. Tem-se resumido a escolher um destino e depois logo se vê. Podia dizer que é porque prefiro viajar assim, sem ordem nem planos, mas não, é mesmo porque não me consigo organizar para preparar tudo com tempo, como fazia no passado. Talvez seja melhor assim. Neste momento não me incomoda, até porque sou cada vez mais adepta do “slow travel” pelo que nem são precisos grandes planos. Um bom destino, um bom livro (ou vários), uma boa (ou razoável) máquina fotográfica e muita vontade de conhecer o lugar e as pessoas, sem ir para museus nem atrações demasiado turísticas. Assim fica feita uma viagem de sonho.

 

(Nota-se muito que o próximo destino está quase aí à porta?)

 

 

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#60/100 – Divagações sobre a necessidade de ordem

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Sinto necessidade de organizar a minha vida. Sinto vontade de me sentar com uma agenda à frente e organizar no tempo todos os projetos que quero fazer. Sinto que para o fazer tenho primeiro de organizar a minha secretária. Não é que ela esteja muito mal, a do trabalho está bem pior, mas a de casa – a dos projetos pessoais – é mais pequena, por isso mais facilmente fica num estado de caos. Sinto que neste momento o que mais preciso é de ordem. No meu espaço, no meu tempo, na minha mente. Organizar papéis, calendário e ideias – sinto que um não pode acontecer sem que os outros sigam a par.

 

Preciso de uma estratégia. Se a minha mente já borbulhava com ideias e planos antes do fim de semana do Bloggers Camp, agora então está completamente a transbordar. Preciso de definir prioridades. Colocar cada um destes planos numa folha de papel e depois ordená-los por ordem de importância e urgência. Definir então o período no tempo em que vou trabalhar em cada um deles e por fim executar. Cumprir o calendário sem hesitação nem desculpas. Não vale procrastinar nem inventar novos projetos – até os posso pensar mas esses terão de ir diretamente para o fim da lista.

 

Preciso de ordem na minha vida, preciso de ordem na minha cabeça.

 

 

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#59/100 – Porque ando a ler menos livros

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Percebi finalmente porque ando a ler menos. Ou melhor, percebi porque ando a ler menos livros. Porque o que percebi é que eu nem tenho lido menos, tenho é lido outro tipo de coisas. Coisas essas que não são tão passíveis de serem contabilizadas. Muitos artigos por essa internet fora, mas essencialmente no Medium. E se pensarmos bem, há alguns vídeos do Youtube que quase poderiam ser considerados como leitura, pois tratam-se da comunicação de ideias que as pessoas teriam transmitido por escrito caso não houvesse hoje um acesso tão generalizado ao vídeo. É por isso que vou deixar de me martirizar tanto por não andar a ler tantos livros como achava que devia. Sei que tenho andado a ler, a informar-me e a cultivar-me e isso é o mais importante.

 

 

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#58/100 – Questionário aos leitores

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Hoje vou pedir aos meus queridos leitores para me darem uma ajudinha e responderem a um questionário. Sei bem em que direção quero levar este blog (após os 6-7 meses de descoberta inicial) mas gostava muito de perceber se aquilo que eu estou a planear para este espaço está alinhado com quem já me lê. Acredito que possa estar, uma vez que a maior parte dos meus leitores surgiu mais nos últimos tempos, altura em que eu me comecei a direcionar mais para onde quero ir, mas mesmo assim, gostava de o verificar. O questionário é curto, não dá muito trabalho e podem ser super sucintos que eu não sou exigente. Agradeço desde já a todos os que estiverem dispostos a perder 30 segundos do seu dia a dar estas respostas, e espero também assim poder ajustar o que for possível de se ajustar, de forma a agradar a quem por aqui vai passando.

 

Obrigada!

 

#57/100 – Como publicar o seu livro na Feira do Livro de Lisboa

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Muito poucas coisas me fariam estar a escrever este texto tão tarde, e uma delas é a Feira do Livro.

 

Fui lá hoje depois do trabalho e escolhi este dia específico para visitar a feira porque queria assistir ao workshop “Como publicar o seu livro” da Rita Canas Mendes, autora do livro com o mesmo título. Este livro foi publicado no ano passado mas só tomei conhecimento dele agora, exatamente por causa deste workshop. Ainda bem que fui, achei a palestra dada pela Rita muito interessante e ainda tive oportunidade de lhe fazer umas perguntinhas no final, além de ter o meu exemplar autografado por ela. A autora pareceu-me uma pessoa super acessível, com os pés bem assentes na terra e gostava mesmo de ter tido mais tempo para falar com ela, mas havia outras pessoas à espera.

 

Estou ansiosa para ler o livro. A verdade é que se encontra imensa informação online sobre o funcionamento das editoras e o processo de seleção de livros nos Estados Unidos e no Reino Unido, mas sobre o caso particular do mercado português não se encontra quase nada. A Rita, tendo trabalhado durante muitos anos em várias editoras (hoje em dia é freelancer), tem conhecimento de causa para falar deste mundo e à primeira vista parece-me mesmo que o livro tem informação bastante útil.

 

Se alguém estiver interessado, ela vai dar o mesmo workshop no próximo dia 15, também na Feira do Livro de Lisboa.

 

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