#69/100 – Vontade de conhecer o mundo

#100palavraspordia

 

Há lugares no mundo tão deslumbrantes e que me fascinam tanto. Há pessoas tão diferentes, que vivem vidas tão opostas à nossa. Caminhos que vale a pena percorrer, sítios que merecem dezenas de fotografias, e gente com quem só ganhamos em conversar. Cada vez tenho mais vontade de conhecer tanto do mundo quanto possível e quanto mais viajo mais me apetece viajar. Há ainda tanto para ver, para conhecer e para experimentar. É tão mais importante ter estas experiências do que ter “coisas”. Prefiro mesmo investir o meu dinheiro em conhecer mais do mundo, muito mais, e viver cada vez com menos coisas.

 

Sei que estes textos andam muito curtinhos, quase não passam das obrigatórias 100 palavras. Vai ser assim por mais uns dias, porque neste momento ando ocupada a viver a vida. Na próxima semana voltarei ao registo normal e aos textos mais longos.

 

 

(Podem ver aqui como este desafio começou)

#68/100 – Gratidão

#100palavraspordia

 

Pelas minhas pessoas. Pelas mais próximas, as mais antigas e as mais novas. Por ter todo o apoio de que preciso, vindo de várias direções, de várias cidades, de várias formas. Por ter vários conjuntos de braços que me amparam e muitos ombros para chorar sempre que precisar. Por o mundo continuar a empurrar pessoas boas na minha direção. Por aqueles que realmente importam andarem sempre por perto e por outros se aproximarem mesmo quando menos espero. Por sentir, todos os dias, as energias positivas e o carinho daqueles que me querem bem. Por saber que vou ter sempre alguém para me ouvir, e algumas pessoas para me chamarem à razão. Por saber que posso arriscar tudo porque vou ter sempre quem me ajude a levantar e a curar todas as feridas. Por saber que com essas pessoas posso ser eu, mesmo quando tenho medo de o ser perante o mundo exterior, e mesmo quando mudo sem ninguém conseguir prever – nem mesmo os mais próximos.

Gratidão pela sorte que tenho de ser amada todos os dias. Gratidão pelas minhas pessoas.

 

 

(Podem ver aqui como este desafio começou)

#67/100 – Como conseguir arriscar

#100palavraspordia

 

Ou a resposta à querida Lucie.

 

O primeiro passo tem de ser acreditar: acreditar que é possível, acreditar em ti, acreditar que o único desfecho possível é a coisa correr bem. Acreditar que és capaz de qualquer coisa que decidas fazer. Acreditar na tua força, nas tuas capacidades, no teu potencial. Acreditar que és capaz de reunir em ti tudo aquilo que precisas para seres bem sucedida.

Depois, não ter medo de falhar. Porque falhar significa que aprendeste algo novo. E falhar não implica deixar de acreditar, mas simplesmente continuar a acreditar que vai resultar nas próximas tentativas. Falhar tantas vezes quantas forem precisas até conseguires. Convenceres-te que falhar não diz nada sobre a pessoa que és, apenas diz que aquele não era o momento certo. Enquanto não acreditares em ti e não estiveres OK com a possibilidade de falhares, então sim, será muito difícil arriscar.

 

 

(Podem ver aqui como este desafio começou)

#66/100 – Ficar à espera?

#100palavraspordia

 

Vais ficar à espera que os teus sonhos te caiam no colo ou vais levantar-te e correr atrás deles? Sabes que se ficares sentadinho à espera, nada vai acontecer certo? Sabes que nunca te vais sentir preparado para começares, não sabes? Isso é só uma desculpa que arranjaste. Uma mentira que contas a ti próprio para justificares o facto de não estares a fazer nada. Se não deres o primeiro passo e te colocares numa posição desconfortável, tudo aquilo que realmente vale a pena vai continuar a passar-te ao lado. Não vai acontecer só porque sim, só porque tu achas que mereces. Se não fizeres a tua parte, o mundo vai continuar a ignorar-te. Então do que estás à espera? Faz a tua parte. Dá o primeiro passo. Eu sei que parece difícil, mas acredita que não é. E acredita que coisas boas vão acontecer.

 

 

(Podem ver aqui como este desafio começou)

#65/100 – Basta querer

#100palavraspordia

 

Chega uma altura em que percebes que há pessoas que nunca vão conseguir compreender. Nunca vão aceitar que tu vás atrás dos teus sonhos sem qualquer hesitação e sem qualquer dúvida que os vais conseguir alcançar. Nunca vão perceber que há coisas mais importantes do que seguir o caminho que outros esperavam que tu seguisses. Se calhar eles também já sentiram o impulso de darem uma volta às suas vidas e de, também eles, correrem atrás – atrás dos sonhos, atrás da vida, atrás da verdadeira felicidade. Mas provavelmente tiveram medo e esperavam que tu também tivesses. Esperavam porque, na cabeça deles, apenas os super-heróis são corajosos o suficiente para irem contra tudo e contra todos. E eles sabem – pensam – que os super-heróis não existem. Por isso esperam que todos, tal como eles, se contentem com aquilo – com a vida – que já têm.

 

O que eles não sabem é que qualquer um de nós pode ser super-herói. Qualquer um de nós – se quiser – tem a coragem que é precisa para correr atrás – dos sonhos, da vida, da felicidade. Basta querer.

 

 

(Podem ver aqui como este desafio começou)

#64/100 – Dos dias maus

#100palavraspordia

 

Aqueles dias em que tudo corre mal. Aqueles em que não sabes o que fazer nem para onde te virar. Aqueles dias em que nada parece fazer sentido e em que há apenas uma coisa que te apetece fazer: chorar. Aqueles dias em que tudo custa, tudo é difícil e, pior, tudo parece estar contra ti.

 

Esses dias acontecem, a todos. Não vale a pena viver na ilusão de que todos os dias vão ser simples e bonitos. Alguns custam. Mas eles vêm e passam. Não vêm para ficar. É apenas um dia e, quando dás conta, esse dia já passou, já lá vai, já não faz mossa. Já estás bem outra vez porque outro dia se seguiu e o segredo é fazer com que a maior parte dos dias seja dos bons. Porque só depende de ti. Cabe-te a ti fazer com que o dia seguinte seja dos bons. Cabe-te a ti elaborar um plano e deixar os dias maus para trás. Podes ter um, de vez em quando, sim, mas que seja apenas um. Porque dois dias maus já farão com que o terceiro seja muito mais difícil de tornar bom.

 

Por isso chora e tem pena de ti próprio e acredita que a vida é injusta e que tudo te acontece a ti. Mas só por um dia. No dia seguinte já nada disto é verdade. No dia seguinte és feliz outra vez.

 

 

(Podem ver aqui como este desafio começou)

#63/100 – Sair

#100palavraspordia

 

Sair. Fugir da realidade. Separar-me daquilo que me causa ansiedade. Voar para outro lugar e respirar um ar diferente – mais puro, mais leve. Ver sítios novos, conhecer pessoas novas, e simplesmente existir. Simplesmente ser. Ser eu, ser livre. Ser feliz. Não pensar em nada a não ser nos próximos minutos, talvez nas próximas horas. Os próximos dias – meses, anos – hão de resolver-se quando a eles chegarmos. Retirar de cima dos ombros – e de dentro da cabeça – tudo aquilo que tem andado a fazer peso nos últimos tempos. Ficar mais leve. Ficar mais solta. Repousar e relaxar. Simplesmente ser feliz, aqui e agora.

 

 

(Podem ver aqui como este desafio começou)

#62/100 – Da vida de escritora

#100palavraspordia

 

Este é o primeiro post que estou a escrever com o meu novo teclado sem fios que adoro! Porque quem pretende ser escritor profissional precisa de ter as ferramentas necessárias para a tarefa e mais vale começar já. Agora só preciso de treinar touch typing para conseguir escrever mais depressa, já que essa não é, de todo, a minha especialidade. Alguém conhece algum programa online jeitoso para se treinar essa capacidade? Tenho de investigar isso.

 

Já que falamos de escrita, aproveito para desabafar que desta segunda vez a escrita do novo livro não está a correr tão bem como da primeira. Nem sei se vou conseguir cumprir o objetivo de ter 50% do rascunho completo no final deste trimestre (que é já no final deste mês!). Vamos a ver. A verdade é que têm surgido tantas outras coisas, e voltei a dar mais atenção ao blog (até porque este desafio a isso me obriga) e não tenho tido tanto tempo para dedicar a esse projeto. Mas não há de ser nada, tudo se faz!

 

 

(Podem ver aqui como este desafio começou)

#60/100 – Divagações sobre a necessidade de ordem

#100palavraspordia

 

Sinto necessidade de organizar a minha vida. Sinto vontade de me sentar com uma agenda à frente e organizar no tempo todos os projetos que quero fazer. Sinto que para o fazer tenho primeiro de organizar a minha secretária. Não é que ela esteja muito mal, a do trabalho está bem pior, mas a de casa – a dos projetos pessoais – é mais pequena, por isso mais facilmente fica num estado de caos. Sinto que neste momento o que mais preciso é de ordem. No meu espaço, no meu tempo, na minha mente. Organizar papéis, calendário e ideias – sinto que um não pode acontecer sem que os outros sigam a par.

 

Preciso de uma estratégia. Se a minha mente já borbulhava com ideias e planos antes do fim de semana do Bloggers Camp, agora então está completamente a transbordar. Preciso de definir prioridades. Colocar cada um destes planos numa folha de papel e depois ordená-los por ordem de importância e urgência. Definir então o período no tempo em que vou trabalhar em cada um deles e por fim executar. Cumprir o calendário sem hesitação nem desculpas. Não vale procrastinar nem inventar novos projetos – até os posso pensar mas esses terão de ir diretamente para o fim da lista.

 

Preciso de ordem na minha vida, preciso de ordem na minha cabeça.

 

 

(Podem ver aqui como este desafio começou)

#59/100 – Porque ando a ler menos livros

#100palavraspordia

 

Percebi finalmente porque ando a ler menos. Ou melhor, percebi porque ando a ler menos livros. Porque o que percebi é que eu nem tenho lido menos, tenho é lido outro tipo de coisas. Coisas essas que não são tão passíveis de serem contabilizadas. Muitos artigos por essa internet fora, mas essencialmente no Medium. E se pensarmos bem, há alguns vídeos do Youtube que quase poderiam ser considerados como leitura, pois tratam-se da comunicação de ideias que as pessoas teriam transmitido por escrito caso não houvesse hoje um acesso tão generalizado ao vídeo. É por isso que vou deixar de me martirizar tanto por não andar a ler tantos livros como achava que devia. Sei que tenho andado a ler, a informar-me e a cultivar-me e isso é o mais importante.

 

 

(Podem ver aqui como este desafio começou)