#43/100 – Sobre isto de escrever todos os dias

#100palavraspordia

 

Disse aqui que não ia escrever mais textos dentro deste desafio sobre o próprio desafio mas estou a abrir aqui uma exceção. Para relembrar que a ideia do desafio é escrever todos os dias e, por isso mesmo, todos os textos que surgem neste desafio foram escritos no próprio dia. Os restantes posts do blog são quase sempre trabalhados com antecedência e agendados, mas estes não. É mesmo o que sai no momento, porque a ideia é mesmo essa. Isto não ajuda apenas a cultivar o hábito de escrever todos os dias (que por acaso já tinha) como pode demonstrar a nós próprios que conseguimos ter algo para dizer todos os dias (salvo raras exceções).

 

Mais ou menos dentro do mesmo tópico, posso dizer também que hoje é o dia número 13 da escrita do meu segundo manuscrito e que, tal como no desafio, quando começo um novo projeto também escrevo todos os dias. Para continuar a fazer progressos, mesmo que pequenos, mas também porque gosto de me embrenhar na história e levá-la até ao fim sem pausas. Há dias em que custa mais, mas pelo menos 100 palavras são sempre possíveis (o dia mais fraco até agora teve 111 palavras escritas) e permite manter uma corrente sem quebras de dias em que aquela atividade foi executada, espelhando a já famosa técnica de produtividade do Jerry Seinfeld. Quando mais longa se torna essa corrente, menos vontade vamos ter de a quebrar.

 

Resumindo, para quem ainda tem dúvidas, é mesmo possível escrever todos os dias (até é possível fazê-lo em duas frentes).

 

 

(Podem ver aqui como este desafio começou)

#42/100 – Vou passar a treinar de manhã

#100palavraspordia

 

Hoje experimentei ir ao ginásio às 6h da manhã e foi a melhor coisa que podia ter feito.

 

Algum contexto: fiz isto porque mudei de ginásio, para um que efetivamente abre às 6h da manhã (o anterior abria apenas às 7h) e que é também mais perto de casa. Chego lá em 5 minutos. Tendo em conta que neste momento os meus treinos duram 50 minutos e que estou tão perto que preferi vir tomar banho a casa, isto quer dizer que entre sair de casa e voltar a entrar passou-se pouco mais de uma hora. Por isso às 7h já estava a chegar, para tomar banho, fazer e tomar o pequeno almoço e sair para trabalhar.

 

Eu, que quase sempre fui ao ginásio ao final da tarde, vi várias vantagens nesta estratégia:

– o treino fica logo despachado e não tenho de pensar mais no assunto ao longo do dia.

– o ginásio está praticamente vazio. A sério, a sala de musculação é gigante e deviam estar lá umas 8 ou 10 pessoas. Que maravilha e que tranquilidade!

– ao final da tarde tenho tempo para fazer o que me apetecer, o que agora no Verão é ainda mais atrativo.

 

Gostei mesmo desta nova estratégia e vou mantê-la daqui para a frente. Claro que só funciona para quem conseguir treinar em jejum, mas não rejeitem à partida essa possibilidade sem antes experimentarem.

 

De vez em quando é tão bom mudar os nossos hábitos e descobrir formas diferentes de fazer as coisas. Mente sempre aberta a novas possibilidades.

 

 

(Podem ver aqui como este desafio começou)

#41/100 – Medium: as 100 palavras de hoje estão noutro sítio… e em Inglês

#100palavraspordia

 

Hoje escrevi o meu primeiro artigo diretamente no Medium. Já falei desta plataforma no primeiro texto deste desafio e até já tinha lá publicado um texto aqui do blog e o mesmo texto em Inglês. Mas desta vez, foi mesmo um texto escrito propositadamente para publicar no Medium, primeiro porque acaba por falar do próprio Medium, e depois porque só me fazia sentido escrevê-lo em Inglês. Às vezes acontece-me, há certas coisas que me saem melhor e/ou automaticamente em Inglês, por isso avanço sem pensar muito no assunto. Por isso podem ir lá espreitar se tiverem interesse e gostarem/quiserem ler em Inglês. Caso contrário, este pequeno parágrafo também já tem mais do que 100 palavras, por isso também conta.

 

Espero que gostem e se for esse o caso, façam lá o favor de clicar no coraçãozinho que eu fico muito agradecida.

 

 

(Podem ver aqui como este desafio começou)

5 coisas que percebi depois dos 30 e que estão a mudar a minha vida

 

coisas-que-percebi

(créditos da imagem: David Marcu)

 

1 – Condicionamentos

Percebi que todos somos sujeitos aos mais variados condicionamentos ao longo das nossas vidas, principalmente durante a infância e adolescência, quando somos mais influenciáveis. É inevitável e não faz mal nenhum, mas é importante estarmos conscientes disso para podermos mudar. Enquanto não tomarmos consciência que estes condicionamentos existem, vamos continuar sempre presos a eles. A partir do momento que reconhecemos isto podemos, em primeiro lugar, trabalhar para percebermos o que nos condicionou e, numa fase posterior, trabalhar para nos libertarmos destes condicionamentos. Será, com certeza, um processo lento, mas sinto que enquanto não o começarmos é quase como se não começássemos a viver. Só descondicionando conseguimos ficar abertos a outras realidades e possibilidades.

 

2 – Arrependimentos

Percebi que tenho 32 anos e a minha vida ainda não acabou. Há uma coisa que me arrependo muito de nunca ter feito. Não é algo a que tivesse fugido, mas simplesmente nunca se deu naturalmente e eu nunca dispendi o esforço necessário para a fazer acontecer. Se neste momento já sinto este arrependimento, pergunto-me como será quando tiver 70 ou 80 anos. É preferível viver com este arrependimento para o resto da vida ou perceber que ainda há tempo e fazê-lo então? Por isso mesmo, vou fazê-lo. E é tão simples que nem sequer existe alternativa.

 

3 – Oportunidades

Percebi que o mundo de hoje é diferente daquele que existia há 15 ou 20 anos, não apenas para os jovens que estão agora a iniciar a sua vida adulta, mas para mim também (e para qualquer pessoa). Existem profissões que não existiam, existem formas de comunicarmos uns com os outros que não existiam, existem facilidades de nos deslocarmos por todo o mundo que não existiam. Existe a possibilidade de criarmos a vida que queremos, se estivermos dispostos a trabalhar para isso. Escolhi o que queria estudar há 14 anos, decidi fazer um doutoramento há 9, e comecei a trabalhar há 4. Não é por estar há 14 anos a percorrer o caminho que me trouxe até aqui que tenho de continuar a percorrê-lo para o resto da vida. O mundo está cheio de oportunidades não só para quem tem 18 ou 20 anos mas para qualquer um. E se eu escolher aproveitar as novas oportunidades que o mundo oferece, agora aos 32 anos, ainda vou muito a tempo. Qualquer um de nós vai a tempo.

 

4 – Capacidades

Percebi que as capacidades que me fizeram chegar até aqui podem fazer-me chegar tão ou mais longe noutra área qualquer que eu escolha. Sou muito boa naquilo que faço, não porque tenha um dom qualquer para isto mas porque sou inteligente e esforço-me (e atenção, tanto a inteligência como a capacidade de trabalho podem ser construídas em qualquer pessoa – chama-se “growth mindset”). Estas minhas capacidades são aplicáveis noutra qualquer área, por isso sei que o que quer que eu escolha fazer daqui para a frente (e mais uma vez, não estou presa ao que fiz até agora), tenho as capacidades necessárias para ser muito boa.

 

5 – Sucessos

Percebi que há várias definições de sucesso e aquilo que representa sucesso para mim pode não o ser para outra pessoa qualquer. E não há mal nenhum. O importante é que eu continue a tentar alcançar a minha definição de sucesso. Seja ela qual for. Mais ainda, ao longo das nossas vidas, a nossa própria definição de sucesso também pode ir mudando. Trata-se apenas de ir ajustando o nosso caminho de forma a irmos nessa nova direção.

 

 

No fundo, cada um destes pontos está ligado aos outros todos e quase que cada um deles engloba os outros de uma forma implícita. E o que isto realmente quer dizer é que é possível mudar de vida – ligeira ou radicalmente – a qualquer momento, desde que, lá está, estejamos dispostos a trabalhar para isso. Porque sim, é preciso trabalho, muito até. Mas ninguém disse que ia ser fácil. Quanto a mim, o passo mais importante é perceber os pontos que estão aqui em cima e interiorizá-los bem. Depois disso, tudo o resto vem quase que automaticamente.

 

Estas realizações estão mesmo, todas em conjunto, a mudar a minha vida aos pouquinhos. Não só a maneira como vejo o mundo mas também aquilo que quero para mim. Espero que também aqueles que estão a ler isto consigam perceber que a vida pode ser mais do que “isto”, seja “isto” o que for e que também vocês podem mudar a vossa vida. Que podem fazer aquilo que quiserem. Como já tenho dito, o mundo apresenta-nos infinitas possibilidades e nós só temos de saber aproveitá-las. Nunca é tarde de mais para mudar nem para irmos atrás dos nossos sonhos. Não importa o medo de falhar nem o medo daquilo que os outros possam pensar. Afinal o que é pior: falhar e os outros (que nem interessam para nada) pensarem o que quiserem, ou chegarmos ao final da nossa vida e percebermos que afinal não fizemos nada daquilo que realmente queríamos? Que passámos a vida a tentar agradar aos outros e a deixar de lado ou para mais tarde os nossos maiores sonhos?

 

Já sabem que o meu objetivo é causar impacto nas vossas vidas, é ser uma força disruptora, e partilho aqui estas coisas que tenho vindo a perceber para que também vocês percebam que podem fazer tudo aquilo que quiserem. Não há limites.

 

Se vocês tiverem percebido isto tudo ainda antes dos 30, fico mesmo muito feliz por vocês, acredito que estão no bom caminho. Se, além disso, há mais coisas que queiram acrescentar a esta lista, por favor partilhem comigo nos comentários. Tenho todo o interesse em discutir estes temas.

#40/100 – Nada te impede de começar agora

 

Nada te impede de começar agora. Nada! Hoje é um dia como outro qualquer. Será que já não chega de apenas pensar nas coisas em vez de as fazer? É tão fácil falar. O mais incrível é que fazer também não é complicado. A maior parte das vezes o mais difícil é começar. Não é chegar ao fim, é dar o primeiro passo. Depois de dares o primeiro passo já tens a inércia do teu lado: basta continuar. O que custa mais é superar a resistência inicial. Se pensares que basta dares o primeiro passo para que as coisas fiquem mais fáceis, então não restam grandes dúvidas sobre o que deves fazer. E não é preciso pensar muito, basta fazer. Não penses, não racionalizes, não dês sequer oportunidade à tua mente para arranjar uma desculpa. Não lhe dês tempo. Simplesmente levanta-te e faz. Não há nada no teu caminho, não há nada que te esteja a impedir a não ser a tua própria resistência. Tens o tempo, os meios e as capacidades de que precisas para fazeres aquilo que queres. Então o que vais fazer? O que vais começar hoje? Não amanhã, mas hoje?

 

 

(Podem ver aqui como este desafio começou)

#39/100 – Daikiri bar: sugestão para a malta do Norte

#100palavraspordia

 

Num tema mais ligeiro para desanuviar do texto de ontem, trago hoje uma sugestão para a malta do Norte.

 

Já conhecem o Daikiri bar na Madalena? É um bar mesmo em cima da praia, com uma esplanada para lá de espetacular e um excelente menu. É agora um dos meus locais de eleição sempre que vou ao Porto e quer-me parecer que com o aproximar do Verão ainda vou começar a passar lá (cá, uma vez que estou a escrever isto exatamente na esplanada do Daikiri bar) mais vezes.

 

Recomendo os ovos Ipanema mas não gostei muito do smoothie de banana e manteiga de amendoim (era muito aguado e com sabor fraco). Adoro o facto de terem limonada sem açúcar (a maior parte dos sítios onde pergunto não tem, aqui consta mesmo do menu).

 

Se ainda não conhecem não hesitem em ir lá. De certeza que vão gostar.

 

daikiri-bar

 

 

(Podem ver aqui como este desafio começou)

#38/100 – Dentro de mim existe medo mas também existe força

#100palavraspordia

 

Um dia quero entrar numa fnac ou numa Bertrand e ver os meus livros na estante. Quero que eles sejam coisas físicas, que se podem pegar a tocar, abrir e folhear. Quero ir a uma esplanada e ver, na mesa do lado, alguém a ler o meu livro. Quero falar com pessoas que leram os meus livros e que têm algo para me dizer sobre eles. É para isso que ando a trabalhar e é esse um dos meus principais objetivos de vida.

 

Vou ser muito sincera: dizer isso aqui dá-me um medo gigante. Porque agora está aqui, para o mundo inteiro ver. É algo que já estava mais do que implícito no conteúdo deste blog, mas penso que nunca o tinha dito assim, com todas as letras e sem rodeios. E o meu primeiro pensamento é automático … “E se nunca conseguir?”

 

“E se não for boa o suficiente?”

“E se não for capaz?”

“E se ninguém gostar do que eu escrevo?”

“E se falhar?”

 

Volta e meia vou tendo estes pensamentos, nomeadamente agora, que estou prestes e publicá-los, mas passo por cima deles e continuo. Continuo a trabalhar. Continuo porque não tentar e ficar sem saber se conseguiria ou não, é muito pior do que tentar e falhar. Não há problema nenhum em falhar. Muito pior é ficar paralisada pelo medo e nem sequer arriscar. E é por isso que sempre que me surge um destes pensamentos tento reconhece-lo como algo real, algo que existe cá dentro e provavelmente vai sempre viver dentro de mim, e quase que o trato como um velho amigo que conheço muito bem, desde sempre, e penso “Olha, lá está outra vez aquele medo de falhar. Deixa-o estar, não faz mal, eu já o conheço bem e sei que sou mais forte do que ele.” E continuo. Sempre em frente, sem perder muito tempo a cumprimentar este velho amigo, porque há coisas mais importantes que tenho de fazer.

 

Porque falhar não faz mal e, naquilo que é realmente importante, a vontade de conseguir é sempre mais forte do que o medo de falhar.

 

 

(Podem ver aqui como este desafio começou)

 


 

Para receberes o ficheiro PDF com o teu marcador de revisão subscreve por e-mail a Newsletter Deixa Ser.

(Também não gosto de SPAM, por isso prometo que só vou enviar conteúdo interessante)

 

#37/100 – Só por hoje

#100palavraspordia

 

Só por hoje.

 

Só por hoje faz o que sabes que tens de fazer. Não é difícil. É apenas um dia. Um dia em que vais escolher as opções certas e todos os teus atos te vão levar para mais perto de onde queres chegar. Um dia em que não te vais queixar que é difícil, não vais pensar nas alternativas, não vais sequer desviar o olhar do teu objetivo. É só um dia e tu sabes que consegues fazê-lo se for só por um dia, se for só hoje. É um dia mas é o dia mais importante porque é o único que está presente, é o único que importa. Por um dia consegues ser forte. Por um dia consegues fazer escolhas que te deixem orgulhosa. Por um dia és capaz de enfrentar todas as dúvidas que habitualmente surgem na tua cabeça. Neste dia vais dar alguns passos na direção certa. E quando esta dia acabar, vais sentir-te bem porque sabes que fizeste progressos. Sabes que estás mais perto do que ontem.

 

E sabes que se foste capaz de o fazer hoje, és capaz de o fazer amanhã também. Só por mais um dia. Um dia de cada vez.

 

 

(Podem ver aqui como este desafio começou)

 


 

Para receberes o ficheiro PDF com o teu marcador de revisão subscreve por e-mail a Newsletter Deixa Ser.

(Também não gosto de SPAM, por isso prometo que só vou enviar conteúdo interessante)

 

#36/100 – 5 coisas que mudaram desde que comecei a escrever

#100palavraspordia

 

1 – Costumava devorar séries. Sempre gostei mais de séries do que de filmes. Desde que comecei a escrever ficção e este blog, não tenho tempo para isso (também via muito mais Youtube do que vejo agora). Vejo dois ou três episódios por semana, com sorte, normalmente durante algumas das minhas refeições. Houve uma altura em que ver a minha lista de episódios não vistos a aumentar desta forma me teria causado níveis anormais de stress, mas agora sei que é tudo (e apenas) uma questão de prioridades.

 

2 – Também lia mais do que leio agora. É algo que me deixa frustrada porque sei que para escrever bem tenho de continuar a ler muito, mas a verdade é que a leitura tem sofrido bastante por causa da escrita. Há um problema adicional, que é o facto de continuar a comprar livros como se continuasse a ler o mesmo (ou mais), o que faz com que a minha sala mais pareça uma biblioteca. Mas pelo menos assim tenho sempre muito por onde escolher (ver sempre o lado positivo).

 

3 – Estou muito mais aberta a outros processos criativos. Desde que percebi que a criatividade se treina, fico empolgada com outro tipo de coisas, como design gráfico, decoração, fotografia ou trabalhos manuais (ou DIY). Para além disso, fiquei mais aberta a outras oportunidades de aprendizagem fora do mundo das ciências, tendo mesmo decidido fazer uma pós-graduação numa área completamente diferente.

 

4 – Estou muito mais atenta àquilo que me rodeia. Quem escreve precisa de inspiração e o mundo real é a melhor fonte de inspirações. Pormenores, pessoas, situações, conversas, tudo pode inspirar um texto, uma cena, um ambiente, um personagem. Olhar para o mundo com olhos de ver é, sem dúvida, viver de forma mais plena.

 

5 – Sinto que sou uma pessoa mais alegre e mais relaxada. Não é que antes não fosse, porque até era, mas acho que agora sou ainda mais. Não sei se é exatamente por poder dar asas à minha criatividade ou se é por esta ser uma atividade que afinal me diz mais, mas a verdade é que me sinto melhor agora. E essa é a melhor parte.

 

 

(Podem ver aqui como este desafio começou)

 


 

Para receberes o ficheiro PDF com o teu marcador de revisão subscreve por e-mail a Newsletter Deixa Ser.

(Também não gosto de SPAM, por isso prometo que só vou enviar conteúdo interessante)

 

#35/100 – Falta de inspiração ou paradoxos

#100palavraspordia

 

Hoje sinto-me pouco inspirada. Há dias assim. Não sei se é por andar cansada e frustrada com algumas situações (também me acontece, sim) mas hoje está a custar desenterrar as palavras de cá de dentro. Diz que quando é assim o melhor é ceder e fazer uma pausa (curta!). Ou então mudar um bocadinho o foco e trabalhar numa coisa diferente. E é isso que escolho fazer hoje: mudar o foco. Trabalhar noutra coisa. Amanhã volto à carga e a história já vai ser outra. E é o ter esta certeza que me faz ter a certeza que vai mesmo ser assim (apesar de não fazer sentido nenhum… porque se trata de um paradoxo… mas é verdade). Mas hoje não digo (escrevo) coisa com coisa, por isso fico por aqui.

 

 

(Podem ver aqui como este desafio começou)

 


 

Para receberes o ficheiro PDF com o teu marcador de revisão subscreve por e-mail a Newsletter Deixa Ser.

(Também não gosto de SPAM, por isso prometo que só vou enviar conteúdo interessante)